Conceito: DJ Couve
Artwork: Corkeriana
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Um livro em branco é um bom livro por assassinar.
E se eu fugisse depois de dar o tiro?
Acho que a bala ia atrás de ti...
Manda-a parar e convida-a para tomar um café.
Talvez no bar debaixo do viaduto-horizonte.
Para ser atropelado por avião voador.
Carrega no botão do semáforo junto à passadeira rolante.
Atravesso perpendicular e depois paro vinte centímetros acima
E vejo a carnificina fascinante das aves de rapina.
Já vejo os abutres debicando metáforas por entre pausas para cigarro.
Ah! Pequenos cilindros de nicotina esvoaçando no deserto da profundidade azul...
Por outras palavras: pequenas profundidades esvoaçando no deserto azul da nicotina cilíndrica.
Quero um arco-íris bêbado. Cada cor vagueando para seu lado numa etilização colorida.
E no fim do arco-íris estará uma caneca de cerveja-dispersão.
E já não estaremos em Carcavelos...
Carcavelos... Caravelas rumando à Índia da semântica.
Quem me dera naufragar em todos os mares ao mesmo tempo...
Se eu comer muita sopa de letras talvez um dia me nasça um poema na minha barriga
Para depois arrotar um romance.
Uma frase chega. E nada mais.
Porventura somente uma palavra... ou mesmo uma vírgula... ou simplesmente o silêncio...
Shiu!... Estou a pensar.
A pensar em quê?
Na relação promiscua entre o verniz desta mesa e este papel.
Vou-me embora. Estou farta de ser eu.
Muito embora ser eu seja não ser eu.
Um espelho fragmenta-se numa miríade de similitudes divergentes. Onde está o Eu?
Está aqui ao pé de mim.
Não estou não.
Sim uotse sim.
Horror! Horror!
Qualquer palavra dita duas vezes é um poema dito pelo Bruce Lee.
Uhooooh! Uhoooo! Yhahuuu! Álvaro de Campos kungfueta.
Oh pá! Acho que me enganei na sala...
Aquele trampolim não devia estar ali...
Sim, posso cair dentro de mim mesmo.
O Fanã existe e é treinador.
O esférico que gira sobre o relvado não é a Terra.
Ando à volta e fico branco.
Um comboio com bandeiras é uma alarvidade.
Fico, e corro, e deixo a hora a ver.
Pelo que temos que coser os olhos com língua de manteiga.
Derreto o tempo em estradas azuis.
As baleias nidificam na garganta dos jurdomonteses gigantes.
Não fiquei. Não gosto de me sentir debaixo.
Por cima do ovo estrelado do Kalimero estrabizante.
Cloro e cloreto. Os dois e eu.
O mundo de cada um é uma abstracção azul.
Azul, ou outro espaço qualquer
Um se faz de morto quando o anzol é uma cabeleira loira.
DJ Couve
O Outro Gajo dos Wham
Isabelle apoia o jogo da selecção da bola, até porque os rapazes estão a ganhar 1-0.
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O primeiro boneco-couve: Punk Cabbage Paper Doll.
Para ir ver, imprimir e montar.
Assim à pró. Foi vai já para mais de três quize dias, mas só agora é oficial. Relançamento de singles regravados é mai logo. Ficai pois atento, ó fã!
... por um patrocínio da Gang Of Four, Isabelle lançam linha de moda exclusiva!
jacaré diz:
esta-m a apetecer fazer um post à isabelle
jhvkjbnçlçlklklmlknhjgcfgdfxsmn.,mlkçljhhyfrdrdsxfclkjk,m,mn diz:
e o que é isso?
jacaré diz:
tipo bla bla bla e dps no fim tipo "cona."
Ao longo da vida produzimos sensivelmente 3 toneladas de merda;
0,7% da população mundial está constantemente bêbeda;
e os Whitesnake vão a Cantanhede.



paeces, guambianos, yanaconas, coconucos, totoroes, eperaras, ingas e pubenenses...